
Ir, conhecer... e de tanto querer estar perto, entregar-se.
Entregar-se com loucura, sem censura.
Ela maltrata,
não se sente...
Ela inebria,
há o envolvimento...
E nessa embriaguez, perde-se a razão.
Afinal o que é razão?
Quem está com a razão?
Enfim perdido e preso no labirinto.
No fundo sabe qual é a saída
Mas prefere dar voltas e mais voltas...
Embriaguez pelo poder sedutor que ela tem
Assim, completa-se a escravidão
Loucura, alegria, realidade, melancolia...
Sai do labirinto onde ela comanda
Pela saudade e pelo poder que ela exerce
Volta a ele mais e mais vezes
Até quando?
Só a vontade dele dirá...
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